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Massa 7 dias por semana

Um blog sobre as peripécias de uma rapariguita que foi viver sozinha

Massa 7 dias por semana

Um blog sobre as peripécias de uma rapariguita que foi viver sozinha

19.06.20

Dependência Amorosa - Parte I

Valerie

E não é que me saiu mesmo uma raspadinha premiada?

Não, era só mesmo para chamar à atenção.

Ontem à noite pus-me a pensar que este blog deveria ter um fio condutor, um tema, um nicho... Depois percebi que não vai dar. Não sei falar de maquilhagem, nem tão pouco de moda porque não ando atrás dessas tretas (calma lá, que não é por isso que a malta não tem bom gosto - mas neste verão ser tendência o chinelo de salto alto é demais para mim, desculpem).

Como tal, hoje, vou escrever sobre as alegrias da liberdade (também tem algumas tristezas, como em tudo na vida).

Há alguns anos atrás meti-me numa relação de merda, mas mesmo daquelas que uma pessoa agora revê o passado e pensa: F*****, mas onde é que eu andava com a cabeça????

Daquelas relações que até dá para fazer caretas e ter arrepios na espinha quando nos relembramos de certas situações... Argg, não vou dizer que me dá nojo porque vocês ficariam sensibilizados, mas dá-me asco - que é quase a mesma merda mas dito de forma mais fina.

Então, já depois de 3 anos naquela porcaria, comecei a ter vontade de pular fora, mas não conseguia (escusam de vir com tretas do quando queremos tudo é possível e bla bla bla, porque infelizmente existem milhares de pessoas infelizes nas suas relações e que não as abandonam - e cada uma delas tem as suas razões pessoais, tal como eu tinha as minhas, e isso não é sequer posto em causa aqui).

O tempo foi passando, a malta cada vez mais infeliz e farta daquela mesmisse de sempre, mas quando imaginava a vida sem aquele ser parecia-lhe impossível.

Eu sei que para os magnatas do desenvolvimento pessoal o meu discurso é contraditório, mas não se esqueçam que o ser humano é um bicho de hábitos e rotinas, e eu e o meu emplastro da altura tínhamos as nossas.

Na altura eu era totalmente dependente daquela pessoa, emocionalmente claro. Porque ele até nem tinha onde cair morto (leia-se, não era uma relação de interesses, porque o rapazinho era super boa pessoa mas não tinha mesmo um tusto furado).

 

Continua amanhã...

 

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