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Massa 7 dias por semana

Um blog sobre as peripécias de uma rapariguita que foi viver sozinha

Massa 7 dias por semana

Um blog sobre as peripécias de uma rapariguita que foi viver sozinha

03.06.20

Cagari Cagaró

Valerie

Vááááá, admitam! Estavam cheios de saudades minhas. Eu sei.

É a diferença entre levar o portátil para o trabalho ou não: a malta não põe aqui os pés, ainda assim o histórico não seja confiscado e se descubra a verdadeira identidade desta personagen.

Enfim, quero lá saber. Descubram. Sou linda e maravilhosa de qualquer das formas (brincadeirinha, moçes - não precisam de pensar já que sou uma convencidona e não sei o quê. Calma).

Well, sabem, hoje é dia 3. Novidade né? E isso quer dizer uma coisa muito simples: 9 dias para ir para casa. 

Quer dizer, agora a vontade já não é tanta assim como nos primeiros dias. Estranhei a albarda, como diz a senhora minha mãe, e não me adaptei logo a esta porra de estar sozinha. Mas agora, que já aqui estou há uns belos dias, começo a achar que se for lá abaixo depois é um sofrimento quando voltar para cima. Outra vez.

Mas aquele sol do algarve. E o meu cruschzinho que ainda não sabe que já namoramos. Assim como a famelga e o doggo, dá-me vontade de partir numa demanda até terras onde os árabes andaram a reproduzir-se (como se fossem só os árabes).

Por falar em crushes... Vocês sabem aquela pessoa que tinha tudo para dar merda e ainda assim, vocês querem, a todo o custo lá ir?

Eu sou assim. Escolho-os a dedo. Quanto piores, melhor. Mauzões, mulherengos, enfim, essa trapalhada toda. Mas, com um pormenor muito importante. Nice ass & legs. Se assim for está tudo certo.

E desde há uns tempos para cá tenho um novo crushzinho. Ele ainda não sabe, tá claro. Mas exceptuando quando leva garinas lá para casa e eu vejo, nós já temos uma relação de alguns meses. Até finjo que lhe dou a mão todas as noites. Temos uma relação extremamente séria. Falamos diariamente, várias vezes ao dia, e sofremos com a distância.

Que belo. Mas é treta. Quer dizer, tudo tudo não. Ele existe e nós namoramos. Mas ele não sabe. Tudo o resto é fruto da minha aparvalhação de hoje, que ainda não entendi muito bem de onde veio. Noto que não estou boa quando danço no carro enquanto estou presa no trânsito. Acham normal? As pessoas que estão mentalmente saudáveis ouvem as noticias, informam-se sobre o mundo, garreiam com os maridos e as mulheres ao telefone, aturam os putos que berram no banco de trás, etc, etc, etc. Eu, especial de corrida pois tá claro, danço. 

Não tenho culpa de terem fechado as discotecas. É que com este calorzinho já vai apetecendo uma sandalinha, um vinhito frescote a assistir ao sunset, e uns passeios noturnos bastante regados.

É triste isto... Muito mesmo. Fora de brincadeiras. Mas a malta parece que não entende a gravidade da situação, e não só se colocam em risco, como todos os outros à sua volta.

Por alguma razão fecharam as escolas. Porque os miúdos não têm noção da gravidade. Enfim. Não quero deixar isto aborrecido.

Mais logo, se esta porra continuar a correr bem aqui no escritório, espero conseguir dançar no carro outra vez. E é que não estou nem aí para os fdp que olham para mim como se de uma aberração da natureza se tratasse, tipo "mas esta doida... não deve trabalhar concerteza..., deve ser uma beta qualquer que os pais a sustentam em tudo, para estar tão contente..., credo, que figuras, meu deus... que tristeza, esta juventude está perdida.

 

CA**** para essa gente toda. Faltam 9 dias para cheirar o mar da janela do meu quarto. O resto é conversa.