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Massa 7 dias por semana

Um blog sobre as peripécias de uma rapariguita que foi viver sozinha

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18.06.20

Algarves malinos

Valerie

Ai ai ai... agora até tenho medo de ferir susceptibilidades dos meus queridos leitores.

Lol. Claro.

Ainda não apaguei o blog. Depois de pesada ponderação. Lol.

Ontem quando aqui vim escrever aquele post raivoso, vim primeiramente com a ideia de falar um pouco sobre o mal que me fez o algarve - mas como entretanto dei de caras com certas merdas, passou-me tudo e apoderou-se de mim uma danação daquelas.

Passando à frente. Coitados de vós, maior parte nem teve acesso aos comentários, mas, não queria continuar sem deixar um fervoroso agradecimento ao autor dos comentários que me tiraram do sério, porque bati o meu recorde de visualizações (e acreditem, foram centenas e centenas delas) - claro que não foi por causa do seu vomitanço, mas não interessa, vamos pensar que sim.

Como os assíduos sabem, fui ao algarve no fim-de-semana passado. E vim, como sempre, aliás, desostinada com a vida.

Sempre que lá vou acontece a mesma merda. Mas eu já sabia, eu já estava habituada a cá estar, estraguei tudo.

Portanto, vim de lá com uma vontade grande de tirar uns diazitos de férias. Mas vim desostinada, não por culpa da familia ou do doggo, porque, felizmente, eles estão todos bem, mas porque recordei (ainda que sem querer ou sem dar por isso) os tempos em que lá vivi e não dava valor.

E, agora, diariamente ao acordar, e mais ainda quando estou presa no trânsito, as saudades batem mais forte e apodera-se de mim uma vontade gigantesca de voltar.

Vocês, que estão longe de casa, também sentem isto?

O elo de ligação com a familia sempre foi muito forte, é verdade. Mas parece que desde há uns dias para cá a coisa ficou mais suave e muito melhor de se lidar (Tanto que nem escorreu lagriminha quando me vim embora no domingo).

Não sei, talvez seja eu que não gosto mesmo nada da cidade, e que sou feliz é mesmo no meio do campo, ou junto ao mar - qualquer merda que não implique trânsito nem pessoas chatas a mandar os restantes condutores para certos sitios menos delicados e nada bonitos de se imaginar. Sabem, se calhar sou mesmo uma campónia da porra... Talvez... Bem, pelo menos preocupo-me só com a minha vida, ao contrário de certos citadinos.

Epa, e sinceramente, amem-se uns aos outros, qual bob marley. Deixem lá o veneno nos locais de trabalho, e vão para casa ser felizes, apreciar a vida - ao invés de estragarem a dos outros.

 

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